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Redação 14 de Agosto, 2026
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Anvisa proíbe produtos vendidos como alternativas às canetas emagrecedoras e chá irregular

Brasil
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Redação 14 de Agosto, 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de uma série de produtos divulgados como alternativas para perda de peso. A decisão impede a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos itens, que estavam sendo vendidos de forma irregular.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14) e abrange produtos apresentados ao público como “chás emagrecedores” e cápsulas com supostos efeitos semelhantes aos das chamadas canetas para emagrecimento.

Entre os produtos atingidos pela determinação estão:

  • Milagroso Ervas Mounjaro Turbo;
  • Milagroso Ervas Mounjaro 3X Turbo;
  • Milagroso Ervas Mounjaro Rosa;
  • Milagroso Ervas Mounjaro Black;
  • Milagroso Ervas Mounjaro Detox;
  • Milagroso Ervas Mounjaro Cápsula Azul;
  • Milagroso Ervas Mounjaro Vermelho;
  • Milagroso Ervas Mounjaro;
  • Mounfor X Emagrecedor.

Conforme a Anvisa, os produtos eram anunciados e comercializados sem registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador. A agência também informou que a fabricação era atribuída a uma empresa cuja identidade não foi identificada.

A proibição alcança todos os lotes e não se restringe aos fabricantes. Pessoas físicas, empresas e veículos de comunicação também ficam impedidos de vender ou divulgar os produtos.

Chá Sarapião também é alvo da medida

Outro produto incluído na decisão foi o Chá Sarapião, fabricado pela Natural Ervas Produtos Naturais Ltda., conhecida como Farmagon. A Anvisa determinou a apreensão do produto e proibiu sua fabricação, distribuição, comercialização, propaganda e utilização.

Segundo o órgão, o chá também era comercializado sem a regularização exigida e produzido por uma empresa que não possui autorização para fabricar medicamentos.

A determinação abrange todos os lotes do produto fabricados pela empresa. A comercialização ou divulgação por consumidores, empresas e veículos de comunicação também está proibida.

Com a publicação da resolução, os produtos devem ser retirados de circulação imediatamente. A medida passou a valer nesta sexta-feira (14).