Hospital do Subúrbio recebe 44 novos leitos do governo da Bahia
O Hospital do Subúrbio (HS), localizado no bairro Periperi, em Salvador, recebeu 44 novos leitos do Governo do Estado. A nova ala é focada no atendimento em neurocirurgia e neurologia, contando com 10 unidades de terapia intensiva (UTI). O evento de inauguração ocorreu nesta quarta-feira (29) e contou com a presença do vice-governador, Geraldo Júnior.
“É a primeira PPP [parceria público-privada] da saúde no país. Eu me sinto muito orgulhoso de ter participado, ativamente, desse processo. Então, para mim, tem um simbolismo muito especial. Desde 2010, aqui cuida e transforma a vida das pessoas. A entrega dos novos leitos fortalece essas ações do hospital, que tem 98,4% de aprovação, de satisfação dos usuários. É uma referência não só no estado, mas, também, para os demais estados da federação e no cenário internacional”, afirmou o vice-governador e pré-candidato à prefeitura.
A partir de agora, o hospital terá capacidade de realizar até 345 cirurgias e atender 810 pacientes por mês nas áreas de neurologia e neurocirurgia. Além dos novos leitos, que custaram cerca de R$ 8,7 milhões, a instituição contratou 191 profissionais, incluindo 66 médicos.
“É um serviço importante de alta complexidade, que vai ajudar, significativamente, também, a regulação. A gente tem um trabalho contínuo dentro da PPP e não perde de vista o investimento, a qualificação e o aprimoramento do serviço e dos equipamentos. Então, é importante esse aporte de tecnologia, investimento e assistência aqui, no Hospital do Subúrbio, que é um grande hospital de referência para o estado”, disse Roberta Santana, titular da Secretaria de Saúde.
Rogério Palmeira, atual diretor técnico do HS, comentou sobreos novos leitos do hospital, destacando o aumento na qualidade e rapidez do atendimento no local.
“Houve um investimento muito grande em recursos humanos, em qualificação de recursos humanos e também de equipamentos. Com isso, a gente vai promover, portanto, uma assistência mais especializada para o paciente neurológico, que vai resultar no incremento, por exemplo, do tratamento de pacientes cirúrgicos na área de neurocirurgia e outras doenças neurológicas, mas, também, a gente vai conseguir dar um resultado mais rápido, devolver esse paciente mais rápido para a comunidade, para a sua convivência”.