Vitória envia nova representação à CBF e contesta arbitragem após erros contra o Athletico-PR
O Vitória voltou a acionar o Comitê de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta segunda-feira (27), após mais uma partida marcada por polêmicas. Desta vez, o Rubro-Negro formalizou representação sobre a arbitragem do confronto contra o Athletico Paranaense, válido pela 13° rodada do Campeonato Brasileiro, realizado no último domingo (26), na Arena da Baixada.
A insatisfação do Vitória já havia sido externada ainda no domingo. Na entrevista coletiva pós-jogo, o presidente Fábio Mota criticou duramente a arbitragem, chegando a classificar a atuação como “roubo”. O técnico Jair Ventura também manifestou forte indignação com as decisões tomadas em campo.
Na derrota por 3 a 1, de virada, o Vitória aponta uma série de erros considerados “claros e determinantes”. Entre os principais lances contestados estão duas expulsões não aplicadas a jogadores do Athletico, envolvendo o volante Luiz Gustavo e o atleta Arthur Dias, além de um pênalti assinalado a favor da equipe paranaense, classificado pelo clube como inexistente e decisivo para o resultado.
A diretoria rubro-negra também critica a atuação do árbitro Bruno Arleu de Araújo e da equipe de vídeo, comandada por Rodrigo Nunes de Sá. Segundo o documento, houve falha na aplicação do protocolo do VAR, já que nenhum dos lances polêmicos foi revisado em campo.
Essa não é a primeira vez recente que o Vitória recorre à CBF. Na semana anterior, o clube já havia enviado representação referente ao jogo contra o Flamengo, pela Copa do Brasil, quando também reclamou de três possíveis expulsões não marcadas e solicitou a divulgação dos áudios do VAR, material que, segundo o clube, ainda não foi disponibilizado.
No novo pedido, o Vitória reforça a cobrança por transparência e exige a análise detalhada dos lances, possíveis medidas contra a arbitragem envolvida e a divulgação integral das comunicações entre campo e VAR. O clube destaca que as decisões contestadas comprometem a regularidade das partidas e a credibilidade das competições nacionais.