Defesa de Bolsonaro afirma ao STF que pistola foi localizada e aponta erro na identificação da arma
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a pistola Glock inicialmente apontada como não localizada está sob custódia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Nesta terça-feira (7), os advogados afirmaram que a arma foi apreendida anteriormente durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) com um integrante da equipe de segurança de Bolsonaro. Segundo a defesa, houve um equívoco na identificação do armamento devido a uma diferença na grafia do número de série, sustentando que se trata da mesma pistola.
A manifestação foi apresentada após o Exército comunicar que encontrou seis das oito armas relacionadas no processo. Além da Glock, permanece pendente apenas uma espingarda calibre 12 da Maestro Arms Company, que, conforme a defesa, continua nas instalações da fabricante, no Rio Grande do Sul, por ter sido entregue como presente ao ex-presidente.
A entrega do armamento faz parte do cumprimento da decisão de Alexandre de Moraes que manteve a prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro e determinou a revogação do porte de arma e do Certificado de Registro (CR) de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).