Clima
Min 23ºc - Max 30ºc Salvador
Calendário
sexta-feira, 01 de Maio, 2026
Thaise Aglaer 12 de Fevereiro, 2026
Icone - Autor

“Temos que honrar a toga e servir ao povo”, afirma presidente do TJ-BA

Justiça
Icone - Autor
Thaise Aglaer 12 de Fevereiro, 2026

Presidente destaca ampliação do quadro de juízes, atendimento ao cidadão e reforça compromisso com ética e pacificação social

O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, José Edivaldo Rocha Rotondano, afirmou que comandar o Judiciário baiano exige atenção permanente a desafios estruturais, administrativos e institucionais. Segundo ele, a gestão de um tribunal de grande porte demanda planejamento contínuo e ações graduais para melhorar a prestação de serviços à população.

“O Poder Judiciário sempre é um desafio”, declarou. Ao iniciar a fala, o magistrado também fez um apelo por um Carnaval marcado pela paz e pelo respeito.

“Eu queria desejar um Carnaval de paz, de luz, sem violência, sem violência à mulher ou a qualquer pessoa. Que seja um Carnaval de tranquilidade e respeito ao direito do cidadão”, afirmou.

Entre as prioridades da gestão, o presidente destacou a abertura de concurso público para reforçar o quadro da magistratura.“Já estamos com edital na praça para o preenchimento de 100 vagas de juízes”, disse, ao mencionar ainda a existência de um plano de cargos e salários voltado aos servidores do Judiciário estadual.

Outro ponto ressaltado foi a criação de um posto de atendimento ao cidadão dentro do próprio tribunal.

“Já temos um posto de atendimento para quaisquer informações. São ações que, no dia a dia, gradativamente, vamos trazer para o Judiciário da Bahia”, explicou.

Questionado sobre o debate no Supremo Tribunal Federal em torno da criação de um conselho de ética, o presidente afirmou que o Judiciário baiano já possui normativas próprias sobre o tema.

“Nós já temos o nosso código de ética, tanto da magistratura brasileira quanto do nosso tribunal. Já estamos antenados com isso”, pontuou.

Para ele, a atuação ética é inerente à função pública exercida pela magistratura.

“Somos magistrados, servidores públicos, temos que honrar a toga e trabalhar com afinco. Somos timoneiros de uma causa única, junto com o Executivo e o Legislativo, que é servir à comunidade e ao nosso povo”, concluiu.