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Redação 01 de Março, 2026
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Ataques dos EUA e de Israel ao Irã deixaram ao menos 201 mortos e mais de 700 feridos

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Redação 01 de Março, 2026

A ofensiva militar conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã deixou ao menos 201 mortos e 747 feridos neste sábado (28), de acordo com informações atribuídas a um porta-voz da Sociedade Crescente Vermelho e divulgadas por agências internacionais, como a Al Jazeera. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi uma das vítimas fatais.

Ainda segundo a entidade humanitária, 24 das 31 províncias iranianas foram atingidas pelos bombardeios. As províncias são divisões administrativas equivalentes aos estados no Brasil.

A Agência de Notícias da República Islâmica (Irna) informou que um dos ataques ocorreu em uma escola de meninas na cidade de Minab, no sul do país. O bombardeio teria deixado ao menos 85 alunas mortas e 60 feridas. Cerca de 50 pessoas permaneciam sob os escombros até a última atualização.

Contexto e reações internacionais

A ofensiva ocorreu dois dias após uma rodada de negociações entre autoridades americanas e iranianas sobre limites ao programa nuclear do Irã. O governo iraniano sustenta que a tecnologia nuclear tem finalidade pacífica. Já os Estados Unidos e aliados, especialmente Israel, se opõem ao avanço nuclear do país.

Diversas nações, entre elas o Brasil, manifestaram condenação à operação militar. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu cessar-fogo imediato na região.

Ao justificar os ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ação visa proteger cidadãos americanos.

Em resposta, o Irã lançou ataques contra países vizinhos que abrigam bases militares dos Estados Unidos. Segundo o vice-ministro das Relações Exteriores iraniano, Hamid Ghanbari, o país considera que tem o direito de se defender.

O cenário segue em evolução, com monitoramento da comunidade internacional diante do risco de ampliação do conflito no Oriente Médio.