Big techs dizem ao TSE que não identificaram irregularidades no canal “Exército do Lula”
As empresas Meta, Google e X (ex-Twitter) informaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira (23) que não identificaram irregularidades no canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp.
A resposta atende a uma determinação do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, que estabeleceu prazo de 24 horas para que as plataformas verificassem uma possível atuação coordenada nas redes.
Em manifestação ao tribunal, as advogadas da Meta afirmaram que o período concedido não foi suficiente para concluir todos os testes técnicos solicitados. Segundo a defesa, a análise envolve quatro redes sociais diferentes, o que exige verificações adicionais.