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Redação 01 de Setembro, 2026
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Sandro Filho mergulha em obra da Ponte Salvador-Itaparica e pontua: “Disseram que era 30 metros”

Política
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Redação 01 de Setembro, 2026

Sandro Filho questionou a profundidade de estaca instalada na Baía de Todos-os-Santos e também criticou a capacidade das embarcações utilizadas nos trabalhos

O candidato a deputado federal Sandro Filho publicou um vídeo nas redes sociais em que questiona a execução das obras da Ponte Salvador-Itaparica, na Baía de Todos-os-Santos. Em um mergulho profissional, ele foi até uma das estruturas instaladas no mar para verificar a profundidade da estaca apresentada como parte do projeto.

Segundo Sandro Filho, a estrutura estaria apenas seis metros abaixo da superfície, mesmo o governo da Bahia tendo informado que a estaca teria 30 metros. O candidato utilizou a gravação para questionar a execução da obra e cobrar explicações sobre a diferença entre a informação divulgada e o que afirma ter constatado durante o mergulho.

“O governo da Bahia fincou essa estaca no meio da Baía de Todos-os-Santos, dizendo que é da obra da ponte Salvador-Itaparica. Dizem que ela tem 30 metros, mas está apenas a 6 metros abaixo do mar.”

Durante a gravação, Sandro também criticou às embarcações utilizadas nos trabalhos. De acordo com o candidato, os barcos empregados na obra teriam capacidade para transportar apenas 20 pessoas. Ele questionou se uma obra do porte da Ponte Salvador-Itaparica poderia ser construída com um número tão reduzido de trabalhadores nas embarcações.

“E tem mais, as embarcações utilizadas na obra só têm capacidade de apenas 20 pessoas. E o meu questionamento é: uma obra desse porte consegue ser feita com apenas 20 pessoas trabalhando?”

Sandro ainda afirmou que pretende comunicar a situação à Marinha do Brasil caso o governo estadual informe que mais de 20 pessoas trabalham nas embarcações. Segundo Sandro, nesse cenário, haveria uma situação de superlotação.

“Se o governo da Bahia disser que tem mais de 20 pessoas trabalhando, já é superlotação e eu reporto isso para a Marinha do Brasil.”

Até o momento não houve manifestação do governo da Bahia sobre os questionamentos relacionados à profundidade da estaca e à capacidade das embarcações.