O Ministério ainda investiga 1.531 mortes para saber se há relação com a dengue.
Sobre a letalidade em casos prováveis, o número é de 0,04. Nos graves, esse índice é de 4,10. O coeficiente de incidência da arbovirose, para cada 100 mil habitantes, está 1315,5. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera epidemia quando esse parâmetro é superior a 300.
Entre homens e mulheres, a porcentagem de pessoas possivelmente infectadas permanece em 44,6% e 55,4%, respectivamente. A faixa etária com mais registros de casos prováveis do vírus é a de 20 a 29 anos.
De acordo com a Saúde, na 13ª semana epidemiológica, entre os dias 24 e 30 de março, o Brasil teve 89.801 casos prováveis de dengue, o que representa uma queda em relação à nona semana, do dia 25 de fevereiro ao dia 2 de março, quando o país atingiu o pico da doença, com 334.438 casos prováveis.
O número de infecções por dengue neste ano já ultrapassou o total de casos de 2023, que foi de 1.658.816. O recorde anterior de casos prováveis do vírus, ante ao número de infectados atual, ocorreu em 2015, com 1.688.688, conforme a série histórica do Ministério da Saúde. Quando se trata de mortes, a série aponta para 1.204 óbitos no ano passado.
Mortes causadas pela dengue por ano
2023 – 1204
2022 – 1053
2024 – 1020
2015 – 986
2019 – 820
2016 – 701
2013 – 656
2010 – 656
2020 – 583
2011 – 558
2008 – 557
2014 – 475
2009 – 340
2012 – 327
2021 – 315
2007 – 290
2018 – 201
2017 – 180
2006 – 144
2002 – 142
2003 – 86
2005 – 72
2001 – 43
2004 – 19
2000 – 4