Viúva de policial morto em megaoperação no RJ faz homenagem: “A dor da sua ausência é imensurável”
A viúva do policial civil Rodrigo Cabral, Rosi Correa Cabral, fez uma homenagem nas redes sociais na manhã de quarta-feira (29). Rodrigo morreu durante a Operação Contenção, iniciada na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
Em uma foto publicada no Instagram com o marido e a filha do casal, Rosi descreveu a dor de perder o companheiro. “Hoje, a dor da sua ausência é imensurável e nos rasga a alma, mas preciso encontrar forças para te dizer adeus e honrar a memória de quem você foi: um herói em sua profissão e um gigante em nossa vida”, publicou.
Ela destacou que o casal tinha 17 anos de relacionamento, iniciado na adolescência. “Foram 17 anos construindo nosso mundo, nosso ninho. Você foi o meu primeiro e único grande amor, o melhor amigo, o marido que me fazia sentir a mulher mais amada e segura do mundo. Tínhamos uma vida inteira pela frente, cheia de planos que agora se transformam em saudade”, comentou.
Na postagem, a viúva também ressaltou o amor de Rodrigo pela filha. “Você foi o melhor pai que nossa filha poderia ter. O pai carinhoso, presente, que ensinava com paciência, que brincava com a energia de uma criança, e que a olhava com um orgulho que iluminava seu rosto. Ela era seu mundo, seu maior amor, e em cada gesto seu ela sentiu isso. Olho para ela e vejo a sua luz, o seu sorriso, a sua força”.
Rodrigo tinha apenas 40 dias de trabalho na Polícia Civil, lotado na 39ª DP (Pavuna) e era responsável por uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro, que abrange os complexos do Chapadão e da Pedreira.