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Redação 08 de Julho, 2026
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Estudantes relatam salas com mofo, banheiros precários e falta de atendimento na Unijorge

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Redação 08 de Julho, 2026

Estudantes da Unijorge relatam uma série de problemas na rotina acadêmica, que vão de falhas na infraestrutura a dificuldades de atendimento em setores administrativos. As queixas incluem salas em más condições, atrasos recorrentes de professores e obstáculos para falar com a coordenação de alguns cursos.

Entre os principais pontos citados pelos alunos estão pisos soltos, salas com cheiro de mofo, banheiros com odor de esgoto e ambientes com forte mau cheiro. Segundo eles, a situação compromete o conforto e afeta diretamente a experiência dentro da instituição.

“Outro dia, o refeitório da faculdade estava interditado porque estava alagado. A limpeza dos banheiros é algo terrível. Pouco tempo atrás, estava saindo água do ralo com cheiro de esgoto. A faculdade está algo surreal. Se eles querem cobrar o valor que cobram na mensalidade, tudo bem. Mas esse dinheiro precisa ser direcionado para onde realmente é necessário, porque a situação está terrível”, relatou um dos estudantes.

Os alunos também afirmam que, em 18 de junho, durante uma queda de energia, parte das provas precisou ser feita no escuro ou com a ajuda da lanterna do celular. Para eles, o episódio expôs a falta de preparo da instituição para lidar com situações emergenciais.

Outra reclamação recorrente diz respeito ao curso de Administração. De acordo com os estudantes, há dificuldade para encontrar responsáveis disponíveis na coordenação para tratar de demandas acadêmicas ou registrar queixas.

Além disso, os denunciantes apontam atrasos frequentes e faltas de professores ao longo do semestre. Eles defendem que, assim como os alunos são cobrados por frequência, pontualidade e pagamento das mensalidades, a universidade e seus profissionais também deveriam cumprir suas obrigações com a mesma rigidez.

Em nota enviada ao Noticiário Baiano, a Unijorge informou que realiza manutenções preventivas e corretivas em sua infraestrutura e que as principais intervenções são feitas durante os períodos de recesso acadêmico.

Sobre a falta de energia registrada em junho, a instituição afirmou que a interrupção atingiu todo o bairro da Paralela, que os estudantes foram liberados e que as atividades foram retomadas normalmente após o restabelecimento do serviço.

A universidade também declarou que as coordenações dos cursos e a administração seguem à disposição dos alunos para atendimento e suporte acadêmico, reforçando o compromisso com a qualidade da estrutura e dos serviços oferecidos.