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Redação 19 de Fevereiro, 2026
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Cobrado em Paramirim, Jerônimo atribui novo atraso de entrega de escola a “impasse judicial”

Política
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Redação 19 de Fevereiro, 2026

Durante agenda no interior do estado, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a ter que dar explicações sobre uma obra que segue longe da conclusão. Em Paramirim, no sudoeste baiano, ele atribuiu o atraso na entrega do novo Colégio Estadual do município a um “impasse judicial” envolvendo a empresa responsável pelo contrato.

Cobrado por moradores e estudantes, o governador reconheceu que houve problemas com a construtora, mas apontou a disputa judicial como motivo central da paralisação. A obra, anunciada como investimento importante para a educação local, continua sem prazo definitivo para entrega.

O contrato da obra é o de nº 107/2022, firmado com a empresa Ankara Engenharia Ltda. Mesmo com o discurso de cancelamento e troca da empresa, o governo assinou em 29 de janeiro o 15º termo aditivo do contrato, prorrogando por mais 60 dias o prazo de execução, agora estendido até 31 de março de 2026, com vigência até 14 de julho de 2026. O documento aponta, como justificativa, atrasos no cumprimento do cronograma físico-financeiro.

A unidade de Paramirim integra um conjunto de intervenções que acumulam atrasos no estado. Somadas, essas obras representam cerca de R$ 94 milhões em investimentos ainda sem entrega definitiva.

Ao comentar o caso, Jerônimo resumiu a situação afirmando que “teve problemas com a empresa e nós estamos na justiça trocando a empresa”. Segundo ele, o governo aguarda os trâmites legais para fazer a substituição.

“Tem todo um rito burocrático, legal que a gente não pode ultrapassar, mas eu espero que nos próximos dias trazer a nova empresa e a gente poder concluir a obra”, declarou.