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Redação 19 de Junho, 2026
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Flávio Bolsonaro lança propostas para a segurança pública caso seja eleito presidente; confira

Política
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Redação 19 de Junho, 2026

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou, na quinta-feira (18), um plano de segurança pública batizado de “Brasil sem Medo”. 

Flávio defendeu uma atuação mais rígida do Estado contra facções criminosas e criticou a política de segurança adotada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

“Quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei. Só tem como combater essas organizações com parceria com outros países. No Brasil, Lula não faz porque não tem coragem ou porque é cúmplice dessas organizações”, disse Flávio Bolsonaro.

Confira abaixo a lista de propostas apresentadas por Flávio Bolsonaro: 

  1. Enquadrar facções criminosas como organizações terroristas, incluindo grupos como PCC e Comando Vermelho na Lei de Terrorismo.
  2. Bloquear bens e recursos financeiros de organizações criminosas para enfraquecer sua estrutura econômica.
  3. Aplicar isolamento máximo a líderes de facções e criminosos considerados de alta periculosidade.
  4. Reforçar a fiscalização nas fronteiras, com ampliação do policiamento para combater a entrada de armas e drogas.
  5. Intensificar o combate ao refino e à distribuição de drogas em território nacional.
  6. Reduzir a maioridade penal para 16 anos e endurecer as punições para adolescentes maiores de 14 anos envolvidos em crimes hediondos.
  7. Ampliar o número de vagas no sistema prisional e construir novos presídios federais.
  8. Acabar com benefícios para condenados por crimes violentos, como progressão de regime e saídas temporárias.
  9. Aumentar os investimentos federais em segurança pública, com mais recursos para inteligência, equipamentos e armamentos.
  10. Expandir o uso de tecnologia no combate ao crime, incluindo reconhecimento facial, monitoramento eletrônico e cercos digitais.
  11. Endurecer as penas para casos de feminicídio e ampliar ações de proteção às mulheres.
  12. Revisar benefícios assistenciais, como o auxílio-reclusão, priorizando apoio financeiro às famílias de vítimas de crimes.