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Redação 27 de Dezembro, 2025
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“Minha aliança é com o povo da Bahia”, afirma ACM Neto ao comentar possível chapa do PT com Jerônimo, Rui e Wagner

Política
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Redação 27 de Dezembro, 2025

O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, comentou a articulação do PT para as eleições na Bahia, que pode ter o governador Jerônimo Rodrigues na disputa pela reeleição, com os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner como candidatos ao Senado. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Frequência News, da Rádio Boa FM, em Itabuna.

Ao tratar do cenário político, Neto disse que sua atuação seguirá baseada no contato direto com a população e destacou que sua principal aliança é com os eleitores baianos.

“A minha estratégia é uma só: estar junto do povo. Minha aliança é com o povo da Bahia. Foi assim que em 2012 eu ganhei a prefeitura de Salvador. Eu não tinha um vereador de mandato no meu partido, o governador era contra mim, a presidente era contra mim, o ex-presidente era contra mim. Era todo mundo. Só que eu tinha ao meu lado quem realmente decidia, que era o povo”, afirmou.

O ex-prefeito de Salvador ressaltou que, mesmo diante de alianças amplas formadas por adversários, acredita que o desejo popular pode se sobrepor às articulações partidárias. Para ele, quando há insatisfação, a escolha do eleitor ocorre de forma independente.

“Quando o povo quer mudar, o povo faz a sua escolha, vai pra urna de maneira independente, escolhe o seu governador e ponto final. Eles podem vir de galera, de bando, como vierem do lado de lá, que a gente vai fazer campanha na rua, comendo poeira, do lado das pessoas e falando a verdade”, declarou.

ACM Neto acrescentou que o sentimento de mudança pode ser determinante no resultado da eleição, mas ponderou que a decisão cabe exclusivamente à população. Segundo ele, caso os eleitores entendam que o atual grupo político merece mais tempo no poder, essa será uma escolha democrática.

“Se houver esse sentimento no coração das pessoas, esse desejo de mudança vai prevalecer e a gente ganha. Agora, se eles conseguirem convencer que merecem mais quatro anos, que vinte anos não foram suficientes, paciência. É uma decisão da democracia, é uma decisão do povo. Mas eu tenho muita confiança de que vai prevalecer o desejo de mudança”, concluiu.