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Redação 03 de Setembro, 2026
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TSE aprova seis candidaturas à Presidência; Renan Santos, Augusto Cury e Caiado estão entre nomes que ainda aguardam decisão

Política
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Redação 03 de Setembro, 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (2), o registro de seis chapas que disputarão a Presidência da República nas eleições de outubro. A decisão foi tomada durante sessão virtual da Corte.

Foram considerados aptos a concorrer aos cargos de presidente e vice-presidente:

  • Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB)
  • Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL)
  • Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU)
  • Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PT/PSB)
  • Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo)
  • Samara Martins e Raquel Brício (UP)

Segundo os sete ministros que participaram do julgamento, as chapas apresentaram a documentação exigida e cumprem os requisitos previstos para disputar o pleito.

Sete candidaturas ainda aguardam julgamento

A Justiça Eleitoral recebeu 13 pedidos de registro para a eleição presidencial. Além das seis chapas já aprovadas, outras sete ainda terão os registros analisados pelo TSE.

São elas:

  • Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante);
  • Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC);
  • Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB);
  • Renan Santos e Coronel Medina (Missão);
  • Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD);
  • Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO);
  • Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata).

Entre os registros pendentes está o de Pablo Marçal. Por meio de uma decisão liminar, o TSE determinou a suspensão temporária da participação do candidato em atos de campanha, debates e no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão.

A medida foi solicitada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e permanecerá válida até que haja uma decisão definitiva sobre o registro da candidatura.

Segundo o MPE, Marçal estaria inelegível até 2032 em razão de uma condenação da Justiça Eleitoral de São Paulo. O caso envolve a oferta de gravações de vídeos a vereadores e prefeitos em troca de contribuições financeiras durante as eleições municipais de 2024.