“Vão ter muito o que esperar”, diz vereador ao criticar interdição da Ceasa do Ogunjá e outras obras do governo do Estado
A interdição repentina do Mercado do Ogunjá, em Salvador, repercutiu nesta segunda-feira (2), na Câmara Municipal e foi alvo de críticas por parte do vereador Ricardo Almeida (DC) que falou sobre obras conduzidas pelo Governo da Bahia, para relacionar o caso à demora em outras intervenções aguardadas pela população.
A manifestação ocorreu após a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) afirmar que o governo estadual já prepara uma estrutura provisória para realocar os comerciantes do mercado durante as obras. Ricardo, no entanto, questionou a agilidade prometida.
“A minha preocupação maior, é se for dada a mesma celeridade a Feira de São Joaquim, a Ponte Salvador e Itaparica, a VLT, a solução para Odorico Tavares, que está em ruínas ali no Corredor da Vitória, e a solução para o Centro de Convenções, apenas para citar esses cinco equipamentos que poderiam solucionar muitas coisas na nossa cidade. Se for dada a mesma celeridade de solução que foi dada a esses equipamentos, esses permissionários vão ter muito o que esperar”, disse o vereador.
Ele ainda cobrou da oposição que também pressione o Governo Estadual por soluções para outras regiões da cidade, como o Subúrbio Ferroviário, a Orla e bairros da região central.
“E o apelo que faço à bancada de oposição, tão afeita ao diálogo, que cobra tanto diálogo entre o prefeito e a população, que o faça também com o governo do estado, para que a população do subúrbio ferroviário, a população da Vitória, do Costa Azul, do Stiep, da Orla, para que a população que transita entre o Recôncavo e a Cidade do Salvador, para que toda essa população que está aguardando ansiosa as soluções”, afirmou Almeida.