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Redação 03 de Agosto, 2026
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ACM Neto descarta privatizar Embasa e Bahiagás e defende concessões para obras de infraestrutura

Política
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Redação 03 de Agosto, 2026

O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou que não está no seu projeto a privatização de empresas estatais, Embasa e Bahiagás, e que, caso seja eleito, pretende ampliar a participação da iniciativa privada em projetos de infraestrutura no estado. A declaração foi feita nesta segunda-feira (3), durante sabatina na TV Aratu.

Ao responder a questionamentos sobre o futuro das empresas, o ex-prefeito de Salvador disse: “Eu não falei em nenhum momento em privatizar a Embasa e a Bahiagás. O que eu falei foi em atrair o capital privado para ajudar a melhorar e ampliar os serviços. O que vai ser concessionado ou não, aí vai ser um trabalho realizado logo a partir do momento que for da vontade do nosso povo, e se Deus permitir, ganhar a eleição”, disse.

ACM Neto também fez críticas ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) em relação a construção da Ponte Salvador-Itaparica.

“Foi uma concessão privada feita por eles e pelos chineses que até hoje nada. O Estado já quase R$ 1 bilhão, e até hoje não tem uma estaca batida da ponte. Conosco é outro tipo de gestão com metas, objetivos claros, prazo de entrega, transparência na aplicação dos recursos públicos e sobretudo com cobrança por parte do governador”, afirmou.

O candidato afirmou que áreas como saúde, educação e segurança pública devem permanecer sob responsabilidade direta do Estado.

“As coisas essenciais precisam ser conduzidas e realizadas pelo Governo do Estado e pelas forças estaduais. Quem entende de privatizações é o PT, privatizou a cesta do povo, a Ebal. Nós entendemos que é fundamental mobilizar o capital privado para trazer soluções que os governos não conseguem dar”, disse.

ACM Neto defendeu que concessões e parcerias com o setor privado sejam ações voltadas a questões de rodovias, aeroportos e portos. “Toda essa área de logística e infraestrutura, ela pode avançar, o Estado atraindo o capital privado. Porque é o dinheiro do empresário ajudando a resolver coisas para que o dinheiro público tenha foco e tenha a concentração que precisa no prioritário”, destacou.