Alunos de Psicologia da Unijorge relatam falta de professores e problemas no atendimento
Estudantes de Psicologia do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge) afirmam estar enfrentando dificuldades no início do semestre letivo. Entre os principais problemas apontados estão a ausência de professores responsáveis pela supervisão, dificuldades no atendimento presencial e falhas no sistema utilizado pelos alunos.
As reclamações ganharam repercussão após um vídeo publicado nas redes sociais na segunda-feira (10). Na gravação, uma estudante relata que algumas demandas relacionadas ao serviço de Psicologia da unidade Paralela continuariam sem solução mesmo após duas semanas do início das aulas.
Segundo ela, a falta de professor para a supervisão estaria prejudicando o andamento das atividades acadêmicas.
“O serviço de Psicologia da Unijorge, na unidade Paralela, tem duas semanas que as aulas começaram e a gente não tem professor para a nossa supervisão. Está um caos. Já vim aqui cinco vezes, e as cinco vezes que eu vim, não tive o atendimento que era esperado”, afirmou.
A estudante também questionou o funcionamento do sistema de agendamentos. De acordo com o relato, os procedimentos são feitos pelo Portal do Aluno, plataforma onde também são realizadas outras atividades, como o pagamento das mensalidades. No entanto, ela afirma que os serviços contratados não estariam sendo oferecidos normalmente.
“Quando a gente marca lá no portal, a gente faz pagamento, é tudo lá contratado e na hora de prestar o serviço, não tem professor. A gente está pagando faculdade, está sendo atrasado porque depois tem que continuar pagando do mesmo jeito e está uma bagunça”, declarou.
Reclamações sobre atendimento
Outra queixa apresentada no vídeo envolve o atendimento presencial aos estudantes. A aluna afirma que seriam disponibilizadas apenas 15 fichas por dia, número que, segundo ela, não seria suficiente para atender à demanda dos alunos da instituição.
Durante a gravação, a estudante também reclamou da dificuldade para obter respostas sobre as questões acadêmicas e destacou que muitos alunos precisam conciliar a graduação com o trabalho, além de manter os pagamentos das mensalidades em dia.
Ao criticar a situação enfrentada pelos estudantes, ela afirmou:
“A Unijorge só tem título, está uma bagunça, não tem professor, não tem nada. Está uma merda essa Unijorge. A gente precisa do nosso direito porque está pior do que uma faculdade pública. Isso aqui é um desrespeito com os alunos que trabalham, paga a sua faculdade porque o boleto está lá na data certa, mas o professor não tem”, declarou.